27 novembro, 2008

Toca marchar!

Texto verídico de um gajo que não queria ir à tropa (recebido por mail):
Exmo Sr. Ministro da Defesa, Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de Vossa Exa: Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado Com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou padrasto O meu Pai, por seu lado, casou-se com essa jovem em questão. Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se casou com a minha filha. Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho. Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o cunhado do meu pai. O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha madrasta. O meu filho é, portanto, o meu tio... A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa. - Desta maneira sou o irmão do meu neto!... E como o marido da mãe de uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho. Resumindo: sou o meu avô!!! Deste modo, Sr Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu Caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam chamados à tropa na mesma altura. Agradecendo antecipadamente a sua atenção, mando-lhe os meus melhores cumprimentos.

2 comentários:

antonio martins disse...

MAS QUE BARAFUNDA,DEVE ESTAR NAQUELA CASA..ESSE GAJO TEM DIREITO A IR PRO IRAQUE,,

silvia_vdfr disse...

"...e o sargento baralhou !" LOL... ainda bem que Portugal é um pais neutro !!