15 março, 2011

O Berdadeiro mascarado.

(foto Iphone 3GS  - Rui Ribeiro)
8 de Março de 2011, Dia do Entrudo. 17:30 da tarde, estava na hora de procurar trapos velhos. Vestidos, uns por cima dos outros, luvas de borracha , tapar a cabeça careca com cabelo e uma mascara. Em 10 minutos o mascarado Marcelino apresentava-se de tons resultaram em verde e preto, com uma mascara dourada. Sozinho, toca fazer um percurso pelas redondezas, com paragens nalgumas lojas comerciais, restaurante ou tascas. 20:00 horas marcava o relógio e toca a recolher a casa.
Durante todo este tempo "escondido" por detrás duma máscara sem ser reconhecido, encontrando amigos e pessoas conhecidas. Muitos deles desprezando o acenar do mascarado e outros se interrogando: quem será? E, no silêncio do percurso, as memórias de infância quando era criança que, junto com os meus irmãos e amigos, íamos de porta em porta mascarados à procura de malassadas e... alguns sonhos.

4 comentários:

João disse...

Isto sim é ma tradição antiga que em santana está a se perder no tempo.
os jovens de agora se não for para desfilar numa trupe ou num cortejo já não participam destas tradições que antigamente se faziam no dia de carnaval, onde haviam muitos mascarados.
Eu também desde pequeno e quando estava aí mascarava-me sempre e adorava de ir porta a porta guardar as malaçadas num saco e beber por uma palhinha para não tirar a mascara senão ia ser conhecido.

eldinha-trx disse...

Ah eras tu!!
Ninguém diria... Pois estava um berdadeiro bem mascarado!

Ceregi disse...

Boa partida de Carnaval!
Quando você se vestiu desta forma foi mesmo para que ninguém o reconhecesse.

Damas disse...

Lá está, velhos são os trapos, ninguém imaginaria quem seria. Depois o bom mascarado deveria de estar sempre calado, e com um bordão para enxutar os melgas que quisessem tirar a mascara.